Sou Mary Geluda, designer de
jóias.
Minha inspiração-criação é sempre
poética. Não há intenção de poesia
mas as matrizes são poéticas. Outras matrizes me acompanham
no design das jóias: delicadezas, sutilezas, segredos e mistérios,
diálogos dos “sentires”: a jóia me sente
e eu sinto a jóia.
Assim, combino geralmente com formas curvilíneas, texturas
diferentes, metais ouro e/ou prata, madeiras, pérolas em
várias cores, cerâmicas, pedras polidas e rústicas,
e... Jóias de material mosaico.
Sim, há um certo tom de “irreverência cuidadosa”,
bem como certa ousadia “clean”, às vezes até
um estilo quase clássico para qualquer idade, que se concretiza
em cores as vezes pálidas e outras vezes coloridíssimas,
sempre gentis e às vezes, jóias poderosas: têm
alma, têm força. Nessa força talvez resida sua
estética. Prefiro trocar coerências, por errâncias....e assim, vou dizendo o que sinto e fazendo o que penso...são ludicidades....
Meu perfil joalheiro, remete à época que eu mesma
fazia as jóias com mestres como Márcio Mattar, Caio
Mourão, Bernardo Kriengel.
Como designer, constam exposições individuais (por
ex.: Casa da Cultura Laura Alvim) e coletivas (Rio de Janeiro, São
Paulo, Nova York...)
No meu atelier podem ser encontrados anéis, braceletes, colares,
gargantilhas e brincos. O resto é silêncio. Silêncio
pela surpresa. Arte-criação sempre surpreende.
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